Ministério Público fala sobre negligência em acidente no Hopi Hari
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Gabriella Yukari Nichimura, de 14 anos, a jovem morta no brinquedo La Torre Eiffel, de onde caiu de uma altura de aproximadamente 30 metros, e não resistiu e morreu. Gabriela Yukari pode ter sido vitima de uma negligência do Parque Hopi Hari, segundo o Ministério Público. De acordo com o promotor de justiça, Rogério Sanches disse que houve negligência humana, ou seja, por parte do operador do brinquedo ou por parte da equipe que o inspeciona. O promotor acompanhou a perícia realizada no brinquedo La Torre Eiffel.
O promotor Rogério Sanches.
"A visita de hoje foi essencial, para entendermos o funcionamento do brinquedo. Estamos cogitando várias possibilidades para o acidente, algumas criminosas. O procedimento é complexo, mas a negligência, pelo menos do ponto de vista do Ministério Público, parece evidente. Agora, quem foi negligente, qual é a negligência, e qual foi o grau de negligência, tudo isso vai ser analisado na investigação policial que o Ministério Público vai acompanhar", disse o promotor Rogério Sanches.
Nelson Roberto Patrocínio, perito criminal, afirmou que a versão de negligência humana fica mais evidente, já que os trabalhos da perícia não apontaram problemas no equipamento de segurança e na cadeirinha onde estava a adolescente de 14 anos.
Nesta terça-feira, 27, O delegado Álvaro Santucci Noventa Júnior, deve ouvir três funcionários do parque nesta terça. “É um pouco maior a porcentagem da falha humana do que da falha operacional.” A principal hipótese é que a trava de segurança da cadeirinha de Gabriella se abriu.
Ministério Público fala sobre negligência humana em Hopi Hari.
Gabriella Yukari Nichimura, de 14 anos, a jovem morta no brinquedo La Torre Eiffel, de onde caiu de uma altura de aproximadamente 30 metros, e não resistiu e morreu. Gabriela Yukari pode ter sido vitima de uma negligência do Parque Hopi Hari, segundo o Ministério Público. De acordo com o promotor de justiça, Rogério Sanches disse que houve negligência humana, ou seja, por parte do operador do brinquedo ou por parte da equipe que o inspeciona. O promotor acompanhou a perícia realizada no brinquedo La Torre Eiffel.
O promotor Rogério Sanches.
"A visita de hoje foi essencial, para entendermos o funcionamento do brinquedo. Estamos cogitando várias possibilidades para o acidente, algumas criminosas. O procedimento é complexo, mas a negligência, pelo menos do ponto de vista do Ministério Público, parece evidente. Agora, quem foi negligente, qual é a negligência, e qual foi o grau de negligência, tudo isso vai ser analisado na investigação policial que o Ministério Público vai acompanhar", disse o promotor Rogério Sanches.
Nelson Roberto Patrocínio, perito criminal, afirmou que a versão de negligência humana fica mais evidente, já que os trabalhos da perícia não apontaram problemas no equipamento de segurança e na cadeirinha onde estava a adolescente de 14 anos.
Nesta terça-feira, 27, O delegado Álvaro Santucci Noventa Júnior, deve ouvir três funcionários do parque nesta terça. “É um pouco maior a porcentagem da falha humana do que da falha operacional.” A principal hipótese é que a trava de segurança da cadeirinha de Gabriella se abriu.
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