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Falta acessibilidade a deficientes físicos no Rio de Janeiro


RICARDO COSTA
do PUC, no Rio de Janeiro, (RJ)

Uma calçada sem rampa, o Rio de Janeiro vem enfrentando problemas de acessibilidade aos cariocas com deficiência física, visual e auditiva. De acordo com o IBGE, em 2010, o Rio de Janeiro, 89% dos 1,88 milhão de domicílios não têm rampas para cadeirantes, nos transportes, 60% dos coletivos são acessíveis, os outros 40% não tem acessibilidade a deficientes físicos.

A falta de acessibilidade a deficientes físicos não é apenas no Rio de Janeiro, em São Paulo, existe calçadas sem rampas e em péssimas condições. "Você precisa labutar para conseguir subir na calçada, quando você sobe enfrenta os buracos.", disse uma cadeirante. Procurada, a secretária de convervação e serviços públicos do Rio de Janeiro, afirma que em 2013 serão investidos R$ 89,6 Milhões de reais em colocação de rampas, piso tátil para os cadeirantes, e orientação aos deficientes visuais. "Isso é bom que facilita a nossa vida e fica uma cidade acessível a todos.", disse Emanoel Martins, cadeirante.

No transporte, os 40% dos coletivos que não são acessíveis, serão substituidos até 2014. A idéia e coletivos mais modernos e acessíveis a todos.

A reportagem acompanhou o cadeirante Emanoel Martins, em um passeio, até um hipermercado. Ao descer do coletivo o cadeirante segue até o hipermercado, nas calçadas sérios problemas, buracos, pedras, e objetos pela frente. "Isso é uma vergonha, o Rio de Janeiro precisa garantir a acessibilidade de todos.", afirma. Ao chegar, uma surpresa, a calçada não tinha acesso a cadeirantes, Emanoel contou desta vez com a ajuda da nossa reportagem. "Se você não estivesse aqui, Ricardo, eu iria precisar esperar passar alguém para me ajudar.", afirma. Depois calçadas em péssimo estado, o cadeirante finalmente chega ao Hipermercado para as compras do dia.

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