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Após saida do Papa, PMs e manifestantes entram em confronto no Rio de Janeiro

RICARDO COSTA
do BRASIL NOTICIAS, no Rio de Janeiro, (RJ)

Manifestantes e Policiais entraram em confronto após saída
do Papa Francisco.
Após a saída do Papa Francisco ouve confronto entre Policiais Militares do Rio de Janeiro e manifestantes próximo ao Palácio Guanabara. Segundo os PMs foram usadas bombas de efeito moral após serem alvo de manifestantes com coquetel molotov. O confronto teve inicio após o Papa Francisco ser recebido por autoridades brasileiras. A Policia usou bombas de efeito moral, balas de borracha e jatos d'água para conseguir dispersar aproximadamente 700 pessoas, que se aglomeraram nas proximidades do palácio.

Dois caveirões da Policia Militar avançaram para cima dos manifestantes, que fugiram pela rua Pinheiro Machado e pela rua das Laranjeiras. O estudante Bruno Teles, de 25 anos, foi preso suspeito de ter atacado os policiais com coquetel motolov. O estudante estava com um colete para conseguir se proteger das balas de borracha. O grupo pedia a renuncia do governador Sérgio Cabral, além de mais recursos para a saúde e a educação.

Caso Amarildo de Souza

Manifestantes projetaram na parede de um prédio perto do palácio: "Papa, cadê o Amarildo?". Amarildo de Souza, de 47 anos, desapareceu após ser abordado por Policiais Militares da Unidade de Policia Pacificadora (UPP) da Favela da Rocinha, a família de Amarildo denuncia que vem recebendo ameaças de policiais da UPP.

Violência

O veículo da TV Globo foi quebrado por manifestantes.
Segundo a Policia Militar, um policial atingido por coquetel molotov teve queimaduras na tórax e foi levado ao hospital. O fotógrafo Marcelo Carnaval, do jornal O Globo, foi atingido na cabeça por uma pedrada, um outro fotografo estrangeiro do France Press foi atingido por uma pedrada na cabeça. Um manifestante foi atingido por uma bala de borracha.

Um veículo da TV Globo foi quebrado. Dois homens do grupo Mídia Ninja, Felipe e Augusto, foram detidos por colegas e levados para a Delegacia de Policia. 

Sérgio Cabral


Um boneco do governador Sérgio Cabral (PMDB) foi queimado durante os protestos. "Não adianta me reprimir, esse governo tem que cair", gritavam os manifestantes. "Cabral é ditador!", gritava durante os protestos os manifestantes.

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