Holanda convoca embaixador na Indonésia
ISABELA FAGUNDES
do PRIMEIRAS INFORMAÇÕES, em Curitiba, (PR)
A Holanda se uniu ao Brasil nas críticas contra a pena de morte na Indonésia. Segundo agencias internacionais de noticias, A Holanda convocou o seu embaixador em Jacarta, Indonésia, para explicações sobre a execução de seis condenados por tráfico de drogas no país, entre eles o cidadão holandês Ang Kiem Soei. O holandês foi fuzilado junto com o brasileiro Marco Archer. Na diplomacia, convocar o embaixador de volta ao país é uma forma de protesto e de mostrar descontentamento com os acontecimentos na Indonésia.
Segundo a agencia AFP, o ministro de Relações Exteriores da Holanda, Bert Koenders, classificou a execução como "terrivelmente triste". Ele disse que o rei da Holanda, Willem-Alexander, e o primeiro-ministro, Mark Rutte, conversaram com o governo da Indonésia e tentaram até o último minuto evitar a execução, sem sucesso. "Meu coração está com os familiares, para quem isso marca um dramático fim de anos de incerteza", disse Koenders. "A Holanda continua a ser contra a pena de morte"., disse.
A Indonésia pediu que Brasil e Holanda respeitem suas leis. "Podemos entender a reação do mundo e dos países que têm cidadãos que foram executados. No entanto, cada país deve respeitar as leis aplicadas em nosso país.", disse o procurador-geral da Indonésia, Muhammad Prasetyo ao jornal Jakarta Globe. O presidente da Indonésia, Joko Widodo, defendeu a pena de morte no pais. "A guerra contra a máfia das drogas deve ser severa, porque as drogas realmente arruínam a boa vida dos usuários e de seus familiares.", disse em uma rede social.
A Austrália é outro pais que pediu clemencia a Indonésia por dois australianos condenados por tráfico de drogas.
do PRIMEIRAS INFORMAÇÕES, em Curitiba, (PR)
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| Ang Kiem Soei, holandês condenado por tráfico na Indonésia. |
Segundo a agencia AFP, o ministro de Relações Exteriores da Holanda, Bert Koenders, classificou a execução como "terrivelmente triste". Ele disse que o rei da Holanda, Willem-Alexander, e o primeiro-ministro, Mark Rutte, conversaram com o governo da Indonésia e tentaram até o último minuto evitar a execução, sem sucesso. "Meu coração está com os familiares, para quem isso marca um dramático fim de anos de incerteza", disse Koenders. "A Holanda continua a ser contra a pena de morte"., disse.
Outro Lado
A Indonésia pediu que Brasil e Holanda respeitem suas leis. "Podemos entender a reação do mundo e dos países que têm cidadãos que foram executados. No entanto, cada país deve respeitar as leis aplicadas em nosso país.", disse o procurador-geral da Indonésia, Muhammad Prasetyo ao jornal Jakarta Globe. O presidente da Indonésia, Joko Widodo, defendeu a pena de morte no pais. "A guerra contra a máfia das drogas deve ser severa, porque as drogas realmente arruínam a boa vida dos usuários e de seus familiares.", disse em uma rede social.
A Austrália é outro pais que pediu clemencia a Indonésia por dois australianos condenados por tráfico de drogas.
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