Policia Civil instaura inquérito sobre o caso da adolescente de 13 anos que morreu eletrocutada
LARISSA BORGES
do BRASIL NOTICIAS, em BELO HORIZONTE, (MG)
A Policia Civil instaurou um inquérito para investigar o caso da adolescente Maria Eduarda do Prado Duarte, que morreu eletrocutada ao encostar em uma caixa de fiação em um prédio na Rua Pedro Natalício de Morais, no Bairro Buritis, Região Oeste de Belo Horizonte. A família se preparava para seguir de viagem para o interior de Minas Gerais quando a adolescente foi eletrocutada ao descer com o tio para levar as malas para o veículo, a adolescente teria pisado em uma grade de tela que protege o hidrômetro. A tela afundou e ela levou o choque ao tentar se equilibrar apoiando em uma caixa de metal que fica no muro.
Procurada, a Policia Civil informou que o caso foi registrado como um acidente. Ainda segundo a Policia Civil, o corpo da adolescente foi liberado do Instituto Médico Legal (IML). A delegada Sônia Maria Miranda, da 4ª Delegacia do Barreiro, será a responsável pelas investigações. Familiares da adolescente será ouvida na próxima semana. O corpo da adolescente foi velado em João Pinheiro, Região Noroeste de Minas Gerais, e enterrado no município.
A reportagem do BRASIL NOTICIAS teve acesso a novas informações sobre o caso. No momento do acidente os pais da adolescente estavam trabalhando em uma loja no centro de Belo Horizonte. A adolescente estava em casa com os dois irmãos, a avó, e um tio. O tio da adolescente, João Augusto Monteiro, conta que ouviu quando a sobrinha gritou pedindo por socorro. Segundo o tio da adolescente, ele tentou puxa-la, mais também levou choque. Ele ainda acrescenta que a enrolou em um travesseiro e conseguiu tira-la do local. Segundo ele, a sobrinha começou a vomitar muito.
A perícia classificou a caixa de fiação do prédio como uma 'verdadeira gambíarra'. A adolescente teve queimaduras e sofreu parada cardiorrespiratória. O perito Júlio César Freitas, do do Instituto de Criminalística, disse que apenas o laudo de necrópsia pode confirmar a causa da morte. Segundo o perito, a causa da morte pode ser o choque, ou ela pode ter sido sufocada pelo vomito, segundo ele ela tinha acabado de almoçar.
O síndico do prédio Carlos Magno Diniz Abreu se disse surpreso com o estado da fiação. Ele conta que não sabia das condições da caixa de fiação. Segundo ele, as tarefas são distribuídas entre os síndicos e a manutenção do portão eletrônico é função do síndico do bloco 3, que é justamente o pai da menina que morreu.
do BRASIL NOTICIAS, em BELO HORIZONTE, (MG)
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| Maria Eduarda do Prado Duarte, de 13 anos, morreu eletrocutada. |
Procurada, a Policia Civil informou que o caso foi registrado como um acidente. Ainda segundo a Policia Civil, o corpo da adolescente foi liberado do Instituto Médico Legal (IML). A delegada Sônia Maria Miranda, da 4ª Delegacia do Barreiro, será a responsável pelas investigações. Familiares da adolescente será ouvida na próxima semana. O corpo da adolescente foi velado em João Pinheiro, Região Noroeste de Minas Gerais, e enterrado no município.
A reportagem do BRASIL NOTICIAS teve acesso a novas informações sobre o caso. No momento do acidente os pais da adolescente estavam trabalhando em uma loja no centro de Belo Horizonte. A adolescente estava em casa com os dois irmãos, a avó, e um tio. O tio da adolescente, João Augusto Monteiro, conta que ouviu quando a sobrinha gritou pedindo por socorro. Segundo o tio da adolescente, ele tentou puxa-la, mais também levou choque. Ele ainda acrescenta que a enrolou em um travesseiro e conseguiu tira-la do local. Segundo ele, a sobrinha começou a vomitar muito.
A perícia classificou a caixa de fiação do prédio como uma 'verdadeira gambíarra'. A adolescente teve queimaduras e sofreu parada cardiorrespiratória. O perito Júlio César Freitas, do do Instituto de Criminalística, disse que apenas o laudo de necrópsia pode confirmar a causa da morte. Segundo o perito, a causa da morte pode ser o choque, ou ela pode ter sido sufocada pelo vomito, segundo ele ela tinha acabado de almoçar.
O síndico do prédio Carlos Magno Diniz Abreu se disse surpreso com o estado da fiação. Ele conta que não sabia das condições da caixa de fiação. Segundo ele, as tarefas são distribuídas entre os síndicos e a manutenção do portão eletrônico é função do síndico do bloco 3, que é justamente o pai da menina que morreu.
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