Professora é uma das 16 vitimas de acidente
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Marido da professora Antônia Jalles, o professor de História, Diógenes Carvalho Veras foi ao Aeroporto Augusto Severo logo cedo. E se apegava às últimas esperanças. "Ela não atende ao celular. É muito difícil que ela não estivesse no avião que caiu", admitiu ele antes da divulgação oficial da lista das vítimas. Os olhos vermelhos e o semblante triste não deixavam que a voz calma encobrisse o sofrimento pelo qual passava: os três filhos do casal perderam a mãe.
Antônia Fernanda Jalles tinha 45 anos de idade. Uma das principais autoridades em Educação Infantil no Nordeste, ela voltava para Natal depois de participar de reunião do projeto Pró-Infantil, do MEC, que coordenava no Rio Grande do Norte. Doutora pela Universidade Complutense, da Espanha, Antônia Fernanda Jalles foi diretora do Núcleo de Educação Infantil (NEI) da UFRN e viajava constantemente para debates acerca da educação infantil, área à qual ela dedicou grande parte dos estudos, principalmente no processo de aprendizado no contexto bilíngue.
"Não podemos mensurar a tristeza. Saí da sala de espera em busca de informação", falou o marido da vítima, que procurava acalmar o filho Vitor, de 24 anos, que chorava com a cabeça abaixada quando chegou ao aeroporto. "Vamos procurar força para poder superar esse momento. É uma outra fase que temos que aprender a conviver", continuou Diógenes Carvalho.

Diógenes Veras, marido de Antônia Jalles.
"Ela era uma profissional bastante alegre, responsável e muito batalhadora. Foi responsável por muitas mudanças positivas na educação infantil do Rio Grande do Norte, uma pessoa politizada e que conseguiu muitas coisas para o NEI, conquistando o reconhecimento nacional. É uma perda lastimável para a UFRN", disse Teresa Régia, diretora em exercício do NEI, instituição que já foi dirigida por Fernanda.
A UFRN emitiu nota de pesar. No texto, a reitora em exercício Maria de Fátima Freire de Melo Ximenes se refere à professora como "figura exemplar de profissional, de mãe, de esposa e de amiga", e que a presença serena da professora levará para ser aceita pelos amigos e colegas de trabalho.
Por volta das 10h da manhã, os outros dois filhos do casal chegaram ao aeroporto. Laura, de 12 anos, chorava abraçada a um ursinho. A mãe a viu ganhar destaque pelos conhecimentos futebolísticos inusitados para a idade. Eles foram de táxi para Recife. Com informações Agência Estado.

Marido da professora Antônia Jalles, o professor de História, Diógenes Carvalho Veras foi ao Aeroporto Augusto Severo logo cedo. E se apegava às últimas esperanças. "Ela não atende ao celular. É muito difícil que ela não estivesse no avião que caiu", admitiu ele antes da divulgação oficial da lista das vítimas. Os olhos vermelhos e o semblante triste não deixavam que a voz calma encobrisse o sofrimento pelo qual passava: os três filhos do casal perderam a mãe.
Antônia Fernanda Jalles tinha 45 anos de idade. Uma das principais autoridades em Educação Infantil no Nordeste, ela voltava para Natal depois de participar de reunião do projeto Pró-Infantil, do MEC, que coordenava no Rio Grande do Norte. Doutora pela Universidade Complutense, da Espanha, Antônia Fernanda Jalles foi diretora do Núcleo de Educação Infantil (NEI) da UFRN e viajava constantemente para debates acerca da educação infantil, área à qual ela dedicou grande parte dos estudos, principalmente no processo de aprendizado no contexto bilíngue.
"Não podemos mensurar a tristeza. Saí da sala de espera em busca de informação", falou o marido da vítima, que procurava acalmar o filho Vitor, de 24 anos, que chorava com a cabeça abaixada quando chegou ao aeroporto. "Vamos procurar força para poder superar esse momento. É uma outra fase que temos que aprender a conviver", continuou Diógenes Carvalho.
Diógenes Veras, marido de Antônia Jalles.
"Ela era uma profissional bastante alegre, responsável e muito batalhadora. Foi responsável por muitas mudanças positivas na educação infantil do Rio Grande do Norte, uma pessoa politizada e que conseguiu muitas coisas para o NEI, conquistando o reconhecimento nacional. É uma perda lastimável para a UFRN", disse Teresa Régia, diretora em exercício do NEI, instituição que já foi dirigida por Fernanda.
A UFRN emitiu nota de pesar. No texto, a reitora em exercício Maria de Fátima Freire de Melo Ximenes se refere à professora como "figura exemplar de profissional, de mãe, de esposa e de amiga", e que a presença serena da professora levará para ser aceita pelos amigos e colegas de trabalho.
Por volta das 10h da manhã, os outros dois filhos do casal chegaram ao aeroporto. Laura, de 12 anos, chorava abraçada a um ursinho. A mãe a viu ganhar destaque pelos conhecimentos futebolísticos inusitados para a idade. Eles foram de táxi para Recife. Com informações Agência Estado.
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