Tenente coronel, Frederico Alberto fala sobre acidente que matou 16 pessoas
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O chefe da Divisão de Aviação Civil do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), Tenente Coronel Frederico Alberto Marcondes Felipe, explicou ontem como será o trabalho de apuração dos fatores que contribuíram para o acidente com o bimotor no Recife.
Qual o teor do relato que o piloto fez à torre de controle?
Segundo as informações preliminares, o piloto entrou em contato com a torre de controle após a decolagem e informou que estava tendo problemas e que retornaria ao aeroporto. Logo em seguida ele informou que tentaria realizar um pouso na praia de Boa Viagem.
A Aeronáutica já iniciou a investigação. Qual o procedimento neste momento?
Este momento inicial de investigação consiste numa grande coleta de dados sobre informações relativas aos destroços, à aeronave, processo de manutenção da aeronave, os gravadores de voo, conhecidos como caixas-pretas, meteorologia, informações relativas aos pilotos ao seu treinamento, à empresa operadora, tráfego aéreo. Todas as informações que forem relevantes para o acidente serão levantadas nesse momento.
Há indícios das possíveis causas?
No momento nós não temos indícios da causa do acidente. A ação inicial realmente visa coletar as informações para que a gente possa, depois dessa grande coleta, determinar quais vão ser as linhas de investigação, de acordo com as evidências que forem levantadas.
Qual é o prazo para a conclusão das investigações?
As investigações não têm um prazo pré-definido para serem concluídas. Isso depende muito da complexidade e do andamento dos trabalhos. A investigação tem que ser feita de maneira bastante completa, para que não deixemos nenhum fator contribuinte de fora, e que a gente tome, então, medidas de prevenção de maneira bastante abrangente. Para que a gente possa efetuar uma prevenção que seja, realmente, eficaz, e os acidentes não voltem a acontecer. Por isso não existe prazo pré-definido. Às vezes demora um ano, às vezes demora dois anos. Depende do andamento dos trabalhos.
Quais o elementos para fazer esta investigação? Tem caixa-preta, por exemplo?
Neste acidente a aeronave era equipada com gravadores de voo, as chamadas "caixas-pretas", e que são uma fonte muito importante de informações para a investigação. As caixas-pretas passam por um processo de downloads para que esses dados possam ser decodificados e analisados em função das características do acidente. A caixa-preta não vai dizer pra gente por que o acidente aconteceu. Ela é mais uma fonte de informações.
O chefe da Divisão de Aviação Civil do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), Tenente Coronel Frederico Alberto Marcondes Felipe, explicou ontem como será o trabalho de apuração dos fatores que contribuíram para o acidente com o bimotor no Recife.
Qual o teor do relato que o piloto fez à torre de controle?
Segundo as informações preliminares, o piloto entrou em contato com a torre de controle após a decolagem e informou que estava tendo problemas e que retornaria ao aeroporto. Logo em seguida ele informou que tentaria realizar um pouso na praia de Boa Viagem.
A Aeronáutica já iniciou a investigação. Qual o procedimento neste momento?
Este momento inicial de investigação consiste numa grande coleta de dados sobre informações relativas aos destroços, à aeronave, processo de manutenção da aeronave, os gravadores de voo, conhecidos como caixas-pretas, meteorologia, informações relativas aos pilotos ao seu treinamento, à empresa operadora, tráfego aéreo. Todas as informações que forem relevantes para o acidente serão levantadas nesse momento.
Há indícios das possíveis causas?
No momento nós não temos indícios da causa do acidente. A ação inicial realmente visa coletar as informações para que a gente possa, depois dessa grande coleta, determinar quais vão ser as linhas de investigação, de acordo com as evidências que forem levantadas.
Qual é o prazo para a conclusão das investigações?
As investigações não têm um prazo pré-definido para serem concluídas. Isso depende muito da complexidade e do andamento dos trabalhos. A investigação tem que ser feita de maneira bastante completa, para que não deixemos nenhum fator contribuinte de fora, e que a gente tome, então, medidas de prevenção de maneira bastante abrangente. Para que a gente possa efetuar uma prevenção que seja, realmente, eficaz, e os acidentes não voltem a acontecer. Por isso não existe prazo pré-definido. Às vezes demora um ano, às vezes demora dois anos. Depende do andamento dos trabalhos.
Quais o elementos para fazer esta investigação? Tem caixa-preta, por exemplo?
Neste acidente a aeronave era equipada com gravadores de voo, as chamadas "caixas-pretas", e que são uma fonte muito importante de informações para a investigação. As caixas-pretas passam por um processo de downloads para que esses dados possam ser decodificados e analisados em função das características do acidente. A caixa-preta não vai dizer pra gente por que o acidente aconteceu. Ela é mais uma fonte de informações.
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