Waldomiro Diniz é denunciado pelo Ministério Público por crimes tributários
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O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) denunciou o ex-assessor da Casa Civil Waldomiro Diniz por crimes tributários cometidos entre 1999 e 2000. O dano ao erário, calculado pela Receita Federal, é de R$ 259.348,02 em valores de 2005. Segundo investigação da Receita, que serviu de base para a denúncia, Waldomiro teria suprimido ou reduzido tributos referentes a rendimentos e depósitos sem origem comprovada em 1999 e 2000. Ele também teria apresentado uma declaração de isenção falsa à Receita. O caso corre na 12ª Vara Federal de Brasília.
Em 2002, Diniz foi filmado pelo bicheiro do Rio de Janeiro, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, enquanto tentava extorqui-lo para obter recursos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores (PT). As imagens foram divulgadas em fevereiro de 2004, disparando os escândalos que derrubaram seu chefe, o então ministro da Casa Civil, José Dirceu.
Ele também interferiu, em 2003, na contratação da GTech, empresa que prestava serviços para a Caixa Econômica Federal (CEF). Na ocasião, o ex-assessor presidia a empresa de loterias estaduais do Rio de Janeiro, a Loterj. Em janeiro deste ano, a Justiça aceitou uma denúncia do MPF contra Diniz e outros envolvidos por extorsão e corrupção no caso GTech.
O ex-assessor responde a processos em diferentes instâncias na Justiça. Como a nova denúncia envolve o sigilo fiscal do investigado, detalhes não foram divulgados. Seus advogados não foram localizados para comentar o caso.
O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) denunciou o ex-assessor da Casa Civil Waldomiro Diniz por crimes tributários cometidos entre 1999 e 2000. O dano ao erário, calculado pela Receita Federal, é de R$ 259.348,02 em valores de 2005. Segundo investigação da Receita, que serviu de base para a denúncia, Waldomiro teria suprimido ou reduzido tributos referentes a rendimentos e depósitos sem origem comprovada em 1999 e 2000. Ele também teria apresentado uma declaração de isenção falsa à Receita. O caso corre na 12ª Vara Federal de Brasília.
Em 2002, Diniz foi filmado pelo bicheiro do Rio de Janeiro, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, enquanto tentava extorqui-lo para obter recursos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores (PT). As imagens foram divulgadas em fevereiro de 2004, disparando os escândalos que derrubaram seu chefe, o então ministro da Casa Civil, José Dirceu.
Ele também interferiu, em 2003, na contratação da GTech, empresa que prestava serviços para a Caixa Econômica Federal (CEF). Na ocasião, o ex-assessor presidia a empresa de loterias estaduais do Rio de Janeiro, a Loterj. Em janeiro deste ano, a Justiça aceitou uma denúncia do MPF contra Diniz e outros envolvidos por extorsão e corrupção no caso GTech.
O ex-assessor responde a processos em diferentes instâncias na Justiça. Como a nova denúncia envolve o sigilo fiscal do investigado, detalhes não foram divulgados. Seus advogados não foram localizados para comentar o caso.
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