Cantor Belo é suspeito de estelionato e formação de quadrilha
do JORNAL PRINCIPAL, em Teresina, (PI)
O cantor Marcelo Pires Vieira, o Belo, e mais sete pessoas da sua equipe é investigado pela Policia Civil de Teresina, estado do Piauí, por prática de estelionato, e formação de quadrilha. Segundo o delegado do 12º Distrito Policial de Teresina, Ademar da Silva Canabrava, o grupo é suspeito de aplicar um golpe na empresa Táxi Aéreo Poty. "Belo e sua equipe teriam fretado quatro aeronaves de pequeno porte para levá-los de Teresina para Recife [Pernambuco], onde iriam fazer um show, e teriam pago o frete com três cheques no valor de R$ 29 mil cada, totalizando R$ 87 mil. Segundo o dono da empresa, o cantor teria sustado todos os cheques antes que fossem efetuados os pagamentos para a empresa.", disse o delegado.
A Policia Civil do Rio de Janeiro foi comunicada sobre o caso. "Comunicamos o ocorrido para uma equipe do Rio de Janeiro para que ela possa nos ajudar nesse inquérito. Iremos ouvir todos os envolvidos e autuá-los por formação de quadrilha e estelionato, já que o pagamento não foi efetuado. O grupo é composto por oito pessoas incluindo o cantor.", explica o delegado.
Procurado pela reportagem do JORNAL PRINCIPAL, o produtor de Belo, Eduardo Carbelli, afirmou que o cantor não trabalha com cheques, e desconhece o inquérito. O produtor afirmou que deve ser um mal-entendido, e que Belo já mais contratou os serviços desta empresa aérea do Piauí. O advogado da empresa aérea, afirma que o assessor do cantor teria contratado os serviços, e inclusive reconhecido a dívida com a empresa. "O José Alfredo, assessor do cantor que fretou as aeronaves, assinou um termo de confissão de dívidas afirmando que iria pagar e mesmo assim não cumpriu novamente o compromisso.", explica o advogado, Rubens Komniske.
Procurada pela reportagem, a assessoria do cantor afirmou que Belo deve se pronunciar nas próximas horas.
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| Cantor Belo e mais sete pessoas de sua equipe é suspeito de aplicar golpe em empresa aérea do Piauí. |
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| Segundo o delegado do 12º Distrito Policial de Teresina, Ademar da Silva Canabrava, o grupo é suspeito de aplicar um golpe na empresa Táxi Aéreo Poty. |
Procurado pela reportagem do JORNAL PRINCIPAL, o produtor de Belo, Eduardo Carbelli, afirmou que o cantor não trabalha com cheques, e desconhece o inquérito. O produtor afirmou que deve ser um mal-entendido, e que Belo já mais contratou os serviços desta empresa aérea do Piauí. O advogado da empresa aérea, afirma que o assessor do cantor teria contratado os serviços, e inclusive reconhecido a dívida com a empresa. "O José Alfredo, assessor do cantor que fretou as aeronaves, assinou um termo de confissão de dívidas afirmando que iria pagar e mesmo assim não cumpriu novamente o compromisso.", explica o advogado, Rubens Komniske.
Procurada pela reportagem, a assessoria do cantor afirmou que Belo deve se pronunciar nas próximas horas.
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